Destino se lê na folha na borra na víscera no búzio na semente do Mundo.
Amanhã é algo tão fugidio que quase inexiste.
Há um escorpião sorrindo no Além.
Rezo a quem não me escuta.
E a quem nunca me abandona também.
Rezo como onça que em verde silêncio canta ao rio sem nome.
nuno g.
Tororó, 16 de outubro de 2026.
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